quarta-feira, 7 de setembro de 2011

MARTINS PESCADORES

MARTINS PESCADORES (Alcedinídeos) Têm bicos fortes e pontudos. No Brasil, todos vivem à beira de água e comem peixes. Criam em tocas que cavam em barracos, em geral perto de água.

MARTINS PESCADOR GRANDE Megaceryle  torquata

Comum, de ocorrência ampla na beira d’água (rios, lagoas, represas); mais numeroso no Pantanal. Maior martim brasileiro; crista arrepiadas, bico volumosos. O macho cinza azulado por cima, colar branco na nuca; por baixo alaranjada cauda cinza barrada de branco.



Em voo, mancha branca na base das primárias; coberteiras inferiores da asa brancas. Fêmea com faixa peitoral cinza azulada, coberteiras inferiores da asa alaranjadas.

 Fácil de detectar; único marfim que voa alto. Pousa a altura variável, muitas vezes mais alto que os outros; costuma erguer e abaixar a cauda. Para pescar, mergulha na água a partir do poleiro. Ruidoso, seus chamados fortes incluem um “crac!” rascante (em geral em voo alto ) e um matraquear rápido ( se assustado), que lhe rendeu vários nomes: matraca, caacaxá, Martim cachá.



MARTIM PESCADOR VERDE Chloroceryle amazona
Razoavelmente comum a beira d’água; mais numeroso no Pantanal. O maior Martim verde, de bico robusto. O macho verde escuro e luzidio por cima com estreito colar branco na nuca; branco por baixo e coleira laranja. Penas externas da cauda com algum barrado branco.


A fêmea com coleira verde interrompida. Sozinho ou em casal, costuma pousar em ramos baixos e expostos. Voo veloz e direto, em geral rente à água. Para pescar, mergulha na água partindo de poleiros ou às vezes, após pairar uns instantes. Ruidoso, dá um cak forte, ás vezes duplo e uma sequencia descendente de notas ásperas e aguadas, terminando num matraqueio.


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